Nicodemos tornou-se imortal pelo legado que nos deixou

Nicodemos Rocha
José Nicodemos da Rocha – nasceu no dia 14 de maio de 1957, na cidade de Batalha, Piauí, filho de Fausto Fortunato da Rocha e Altair Santos. Cursou o primário e o ginásio em sua terra natal, partindo depois para São Luís do Maranhão, onde ia fazer primeiramente o curso de Teologia Abreviada no Seminário Cristão Evangélico do Norte. Passou lá dois anos e três meses, interrompendo o curso sob a alegaçãode “incompatibilidade vocacional. Na realidade, voltou devido à paixão por uma jovem moça, que pouco tempo depois tornou-se sua esposa. Deste casamento vieram-lhes três filhos. Destes, a caçulinha Thalita morreu ainda bebê, fato que inspirou o poeta escrever um poema belo e triste, onde relata a dor intensa que tortura um pai saudoso da filha morta. O casamento perdurou até dia 17 de maio de 1987, data do seu falecimento.”

“José Nicodemos trabalhou como datilógrafo na Prefeitura de Batalha, foi professor de inglês”, assessor do presidente da Câmara Municipal, na época Vereador João Messias Freitas Melo, “funcionário da EMATER-PI “, gostava de tocar violão para os amigos, e fazer poesias.”

Destacou-se como rábula, (advogado provisionado)” fazendo brilhantes defesas de seus constituintes.

“Destacava-se pela inteligência e determinação com que se atirava de cabeça nos seus projetos”.

Nicodemos tornou-se imortal pelo legado que nos deixou, a riquíssima poesia do Hino de Batalha, que todos os batalhenses cantam com orgulho: “Batalha, berço eternamente amado, teu nome nosso peito faz pulsar, e para te ver sempre exaltada, para a glória havemos de lutar”

Texto: Lucimar Rocha

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