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Mostrando postagens de março, 2024

"Sima: O Despertar do artilheiro no Intermunicipal de 67"

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O ano era 1967. O cenário esportivo do Piauí fervilhava com a realização do I Torneio Intermunicipal de Futebol , organizado pela Associação Profissional dos Cronistas Desportivos do Piauí (APCDEP). Para a cidade de Batalha, o que deveria ser uma celebração do esporte local transformou-se em uma crônica de gols sofridos e recordes indesejados, mas que, curiosamente, serviu de palco para o surgimento de uma lenda. ​O Massacre no Curral do Matadouro ​A estreia de Batalha no Grupo III (Chave B) aconteceu em 25 de junho, no emblemático Campo Curral do Matadouro . Sob o comando do Sargento Lemos, o selecionado da "terra do bode" — composto por figuras conhecidas da terra como João Ana, Boioda e Geraldinho da Carmosa — enfrentou a seleção de Barras. ​O resultado foi um choque de realidade: uma goleada impiedosa de 7 a 0 . Naquele dia, os torcedores locais conheceram a fúria de um jovem de apenas 19 anos: Simão Teles Bacelar . O garoto, que o mundo viria a conhecer apenas como Si...

Gritadores de leilão e a dança de São Gonçalo

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A festa de São Gonçalo é o ponto máximo da religiosidade do batalhense. É o período que converge a fé e a cultura de todo o povo que durante um ano inteiro se preparou para este momento festivo. Batalhenses que moram e ou trabalham em outras cidades e estados chegam à Batalha/PI amigos e famílias inteiras se juntam para comemorar com alegria os festejos de São Gonçalo . Algumas pessoas estão sempre presentes e marcando os festejos de São Gonçalo. Não podemos esquecer de algumas que nos idos de 70, 80 e 90 alegravam os festejos, os famosos gritadores de leilões , que sem microfone soavam sua voz sem igual para o arremate das jóias de São Gonçalo, a começar por Domingos Cesário , Sena Fortes , Badão e Francisco Torres (O Santo); sem falar em João Lobo e Zé Conrado (vulgo Canilinha) que chamavam através do badalar dos sinos da Matriz toda a cidade para as missas, procissões e alvoradas. Agora, um importante aspecto cultural dos festejos foi perdido e não se ver nenhuma atitude no sentid...

Nicodemos tornou-se imortal pelo legado que nos deixou

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Nicodemos Rocha José Nicodemos da Rocha – nasceu no dia 14 de maio de 1957, na cidade de Batalha, Piauí, filho de Fausto Fortunato da Rocha e Altair Santos. Cursou o primário e o ginásio em sua terra natal, partindo depois para São Luís do Maranhão, onde ia fazer primeiramente o curso de Teologia Abreviada no Seminário Cristão Evangélico do Norte. Passou lá dois anos e três meses, interrompendo o curso sob a alegaçãode “incompatibilidade vocacional. Na realidade, voltou devido à paixão por uma jovem moça, que pouco tempo depois tornou-se sua esposa. Deste casamento vieram-lhes três filhos. Destes, a caçulinha Thalita morreu ainda bebê, fato que inspirou o poeta escrever um poema belo e triste, onde relata a dor intensa que tortura um pai saudoso da filha morta. O casamento perdurou até dia 17 de maio de 1987, data do seu falecimento.” “José Nicodemos trabalhou como datilógrafo na Prefeitura de Batalha, foi professor de inglês”, assessor do presidente da Câmara Municipal, na época Verea...