O Piauí na Guerra do Paraguai: Relatos Inéditos da Vila da Batalha em 1865
Você sabia que, em 1865, a pacata Vila da Batalha era palco de um esforço de guerra monumental? Documentos recém-resgatados por este que vos escreve revelam como a elite e o povo batalhense se mobilizaram para defender o Império do Brasil.
O "Patriota" de Batalha: Tenente-Coronel José Amaro Machado
No centro dessa história está o Tenente-coronel José Amaro Machado, comandante do 23º Batalhão da Guarda Nacional. Ele não apenas recrutava homens, mas financiava o esforço de guerra do próprio bolso! O jornal relata que ele renunciou ao reembolso de 200 mil réis (uma pequena fortuna na época) e custeou do próprio punho o fardamento e sustento dos soldados.
O Custo Humano: O Sacrifício dos Rocha Pitta
Um dos trechos mais impactantes da correspondência oficial entre o Presidente da Província e o comando de Batalha cita o Capitão Domingos da Rocha Pitta. Em vez de ouro ou gado, seu "donativo" foi o mais valioso possível: o oferecimento de dois filhos para lutar no sul do continente.
A Vila Unida
Além de militares, nomes como o do Vigário Joaquim Mariano e do Capitão Prudente Rodrigues de Carvalho aparecem como pilares de apoio logístico e financeiro, mostrando que a Guerra do Paraguai não foi lutada apenas nos campos de batalha, mas nos sertões piauienses, através de doações e influência política.
"Onde foi encontrado este documento? O que mais ele revela sobre as famílias de Batalha? Essas e outras respostas estão sendo cuidadosamente preparadas para um livro sobre a história da Vila da Batalha. Um resgate inédito que em breve chegará às suas mãos. Aguardem!"
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